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história
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1953-1968 |
Catanduva teve vários times com nomes similares para escapar de
dívidas trabalhistas e também junto à Federação Paulista de
Futebol (FPF). Em 23 de abril de 1953 foi fundado o Catanduva
Esporte Clube, que acabou se profissionalizando em 1955 e disputando por
14 anos os campeonatos profissionais do Estado de São Paulo. De
1955 à 1963, a equipe disputou a Terceira Divisão,
correspondente à Série B-3 ou Sexta Divisão do futebol paulista,
hoje extinta. No ano de 1963,
sagrou-se campeão desta divisão e ascendeu à Segunda Divisão no ano
de 1964. Disputou a Segunda Divisão até 1968, quando, com problemas
diversos, resolveu fechar as portas e foi extinto.
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 1970-1993 Porém,
Catanduva ficou apenas dois anos sem ter um clube para torcer. Em 5 de
fevereiro de 1970, a cidade ganhou o Grêmio Esportivo Catanduvense (GEC),
que herdou a vaga do Catanduva Esporte Clube. Na ocasião, o time
adotou as cores azul e branco. Foram 18 anos
disputando a Segunda Divisão, até que, em 1988, o time conquistaria o acesso
à Primeira Divisão, a Série A-1 (atual A-2) do futebol paulista, e imediatamente mudaria a cor
de seu uniforme. Voltava a usar as cores da primeira equipe da cidade,
o vermelho e branco do Catanduva Esporte Clube. Foi o auge do futebol
de Catanduva na história, jogando pela Série A-1 e disputando o acesso para a
Série Especial (atual A-1) do
Paulista, na qual jogavam as melhores equipes do país. Naquele ano, o
GEC jogou no Brasileiro B. |
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O Grêmio
Esportivo Catanduvense chegou à elite ao ser
vice-campeão da Segundona de 1988,
ganhando do Rio Preto com gol de Roberto Carlos
(atacante), ficando atrás do Bragantino de
Vanderlei Luxemburgo. Antes disso, fora campeão
da mesma categoria em 1974, mas não havia
promoção à elite. Na primeira temporada entre os
grandes, a Catanduvense não foi tão mal:
terminou o Paulistão de 89 em 17º lugar
(entre 22). Foram sete vitórias, quatro empates
e 10 derrotas. Aliás, 1989 pode ser considerado
o melhor ano da história do clube. Foi nessa
temporada que o clube colheu dois de seus
resultados mais significativos: 2 a 1 sobre o
Corinthians, em Catanduva, e sobre o
Santos, na Vila Belmiro. Foi também em 1989
que o Grêmio disputou o Campeonato Brasileiro
da Série B, ao lado do Botafogo de Ribeirão
Preto e América de S. José do Rio Preto. |
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1993-1995 |
Em 1989, a
cidade vivia o clima de festa, mas as dívidas foram se acumulando com
os altos valores para se manter uma equipe numa competição tão
acirrada, como é a elite do futebol de São Paulo. Em 1993, atolado em
dívidas, o Grêmio não conseguiu formar uma boa equipe e acabou rebaixado.
Junto com o rebaixamento veio mais uma mudança de nome. O Grêmio
Esportivo Catanduvense foi extinto e surgiu, em 1993, na Segunda Divisão, o
Catanduva Esporte e Clube, que voltaria a usar as cores azul e branco em
seu uniforme e também um uniforme mesclando azul e branco com vermelho
e verde. Esta equipe teve a mais rápida história de todos os
times formados na cidade. Depois de três anos na 'Segundona',
em 1996, o time foi extinto.
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1999-2001 |
De 1995 a 1998, Catanduva só acompanhou futebol profissional pela televisão
ou nas cidades vizinhas. Porém, em 8 de março de 1999, foi fundado o
Clube Atlético Catanduvense (CAC) e mais uma vez foram mudadas as cores do
uniforme. O vermelho e branco estava novamente nas camisas, nos
calções, nas meias e nas bandeiras do clube. Por ter se ausentado
muito tempo de uma competição oficial e por ser também uma equipe
recém formada, o CAC voltou na Quinta Divisão ou Série B-2 do Campeonato
Paulista, na época, a última do Estado (hoje extinta). Mais três anos se passaram e o
clube, sem ter nenhuma conquista e com problemas financeiros, pediu
mais um afastamento das competições. Em 2001, a equipe acabou
abandonando o campeonato e todas as suas partidas programadas foram
canceladas.
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2004 |
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2005 |
Em 2004, o
Clube Atlético Catanduvense cedeu seu lugar para o novo Grêmio Catanduvense de Futebol.
Criado em 2003 e fundado oficialmente em 1999, o clube marcou o retorno das
cores azul e branco e a retomada dos trabalhos com o objetivo de
disputar a Série B-2 do Campeonato Paulista. Sob o comando do
presidente Ricardo Vidal e do técnico Heraldo Mendes da Silva, foram
contratados jogadores de diversos times do país e agendados amistosos
em fevereiro e março para a preparação da equipe para sua grande
estréia em abril. Outra novidade foi a estréia da equipe nas
categorias sub-15 e sub-17. Pela Série
B-2 do Campeonato Paulista de 2004, o Grêmio disputou as quatro vagas
de acesso que levavam diretamente para a Série A-3, em virtude da
união das Séries B-1 e B-2, programada para 2005. Sem o acesso, o
time local permaneceu na Segundona do Paulista nas temporadas 2005 e
2006.
Paulistas
2004, 2005 e 2006
Em 2004, o time jogou bem, teve o artilheiro da competiçãoe a maior média de público, mas acabou tombando na terceira
fase da competição, quando restavam apenas oito equipes, ficando na
terceira colocação em seu grupo e não conseguindo o acesso à Série A-3. Para as próximas edições do Campeonato
Paulista de Futebol, ficou definido: Primeira Divisão, composta
pelas Séries A-1, A-2 e A-3, com 20 clubes cada, e Segunda Divisão ou
Série B, com 40 clubes disputando vagas de acesso. Confira em
Paulista 2004 a campanha do
Grêmio Catanduvense na temporada.
O ano seguinte foi marcado, mais uma vez,
por uma ótima campanha gremista na Segunda Divisão do Paulista.
Repetindo a campanha de 2004, o Grêmio Catanduvense de Futebol
manteve-se entre os melhores times de 2005 e, assim como no ano
anterior, não conseguiu a classificação para a final da competição,
perdendo a vaga de acesso para a Série A-3 do Estadual. Surgia um
"tabu" da terceira fase para o Grêmio Catanduvense.
Paulista 2005.
A temporada de 2006 ficará registrada na história
do futebol profissional
catanduvense: o ano marca a conquista de uma vaga para a
Série A-3 de 2007 pelo Grêmio Catanduvense de Futebol.
Concretizou-se o sonho do acesso. Foram três temporadas na
Segunda Divisão do Campeonato Paulista, para, em 2006, a equipe
local ser vice-campeã e subir à Série A-3. Em 2007, o Grêmio
enfrentará equipes mais tradicionais do futebol paulista. Veja mais:
Paulista 2006.
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